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Núcleo de Acessibilidade

O Núcleo de Acessibilidade da Ulbra tem uma longa trajetória percorrida, com muita dedicação de todos os envolvidos. Composto por um conjunto de ações, muitas delas abrangidas por leis, que garantem a participação igualitária de todos os membros de uma sociedade, o Núcleo de Acessibilidade é constituído por profissionais responsáveis pela organização das ações, articulação entre os diferentes órgãos e departamentos da Universidade para a implementação da Política Institucional de Acessibilidade e efetivação das relações entre as Políticas de Extensão, Pesquisa e Ensino para essa área.

O Núcleo abrange um olhar firmado no compromisso com as pessoas, possibilitando que as práticas e políticas vislumbrem a inclusão na sua plenitude. Seu público-alvo são pessoas cegas, com baixa visão, surdos, deficientes auditivos, pessoas com deficiência física, cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida temporária, idosos e pessoas com síndromes. O objetivo geral é garantir a acessibilidade de forma igualitária à comunidade acadêmica da Universidade (alunos, professores, corpo técnico-administrativo e comunidade em geral), assim como desenvolver pesquisas e projetos comunitários que possam subsidiar organizações públicas e privadas envolvidas com as pessoas com deficiência.

Histórico da Acessibilidade na Ulbra

As ações da Ulbra, na área da acessibilidade remontam ao ano de 1995, quando foi criado o Instituto de Pesquisa em Acessibilidade (Ipesa), que possibilitou o ingresso de três alunos surdos nos cursos de Educação Física, Geografia e Informática, no campus Canoas, através da atuação de intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) que acompanharam os candidatos já no concurso vestibular. A estruturação do Ipesa sofreu significativa influência do então denominado Centro Educacional para Deficientes Auditivos (Ceda), escola localizada em Porto Alegre e especializada na educação de surdos que, em 1996, foi integrada à Rede de Educação Básica vinculada à mantenedora da Ulbra, passando a se chamar Colégio Ulbra Especial Concórdia.

A incorporação desta escola - pioneira no Brasil, dentre as instituições especiais privadas - na oferta do ensino fundamental e médio à Rede Ulbra foi uma demonstração da sensibilidade de sua mantenedora com a causa das pessoas surdas ou com deficiência auditiva, assim como da preocupação em inseri-las adequadamente na sociedade, a fim de que pudessem desempenhar sua plena cidadania. Diversas foram as atividades desenvolvidas pelo Ipesa, a partir de então, estabelecendo parcerias, incentivando ações de extensão e pesquisa, prestando suporte ao ensino, às áreas de recursos humanos e engenharia, dentre outras, estabelecendo uma trajetória que resultou em sua expansão.

Assim, em 2011, dado o processo de reestruturação da Universidade, o Ipesa passou a se chamar Programa Permanente de Acessibilidade (PPA). No ano seguinte, o PPA assumiu um caráter amplificado, na medida em que, com a reconfiguração corporativa, não mais atenderia somente o campus Canoas, mas passaria a dedicar-se aos demais campi, buscando o alinhamento institucional necessário para o trato das causas relativas à acessibilidade.

Em 2019, com uma nova reformulação de nomenclatura, o PPA tornou-se Núcleo de Acessibilidade. A Universidade tem convicção de que há um longo caminho a ser percorrido, avançando no aprimoramento das ações, processos e qualificação, auxiliando a pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida na busca pela autonomia, exercendo seus direitos de cidadania e de participação social.

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