O curso teve seu inicio efetivo em 1984, com sua aula inaugural em 1º de março de 1985.
Ao ser criado tinha como meta o rompimento do paradigma tecnicista, voltado para a prestação de assistência de enfermagem passiva e isolada do contexto social. Sendo assim, entendemos que nosso projeto pedagógico expressa esses conceitos, contemplando o objetivo central que visa formar pessoas que possam tornar-se enfermeiros, numa perspectiva humanista-cristã, capazes de assistir o ser humano no seu ciclo evolutivo, inserido em seu ecossistema familiar e comunitário, objetivando a excelência nesta formação.
Na busca constante de ações transformadoras, o curso procura aprimorar seu modelo, repensando e retificando caminhos ao longo de seus vinte e cinco anos. O reconhecimento das instâncias internas e do mercado externo, com os bons resultados que nos trazem os egressos é motivo de alegria, porém , a responsabilidade aumenta de forma diretamente proporcional.
O enfermeiro tem a profissão regulamentada através da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, publicada no DOU, de 26 de junho de 1986, que “Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras providências” e seu Decreto Regulamentador nº 94.406, de 8 de junho de 1987, publicado no D.O .U.,de 9 de junho de 1987 e na Lei nº5.905,de 12 de julho de 1973, que dispõe sobre a criação do Conselho Federal e Conselhos Regionais de Enfermagem ,junto aos quais os professores enfermeiros mantém atualizados seus registros profissionais.
O marco conceitual é norteado por uma filosofia humana e holística, que prevê a compreensão da pessoa como um ser biopsicosocioespiritual na busca do equilíbrio.
Formar enfermeiros generalistas, através de uma perspectiva humanista-cristã, capazes de assistir à pessoa no ciclo evolutivo, tanto em estado de saúde como em episódios de doença, inserida em seu ecossistema familiar e comunitário.
Os alunos podem ingressar no curso por meio de três formas distintas:
O graduado deverá ter desenvolvido em sua formação a capacidade de tornar-se um profissional ético, criativo e politizado, buscando na sistematização, organização e estruturação do cuidado o desenvolvimento de ações que visem uma transformação social.
O egresso deverá ser capaz de efetivar a assistência em todos os níveis de atenção à saúde, no âmbito do gerenciamento, da educação e da pesquisa, estando apto a desenvolver as seguintes competências e habilidades: