A amizade não tem cor
OBJETIVO GERAL
Proporcionar aos acadêmicos da disciplina de História e Geografia, momentos de reflexão sobre o preconceito racial presente na nossa sociedade para que eles possam demonstrar na prática, atitudes e valores que sensibilizem os alunos da Educação infantil e anos iniciais a conviverem com as diferenças, respeitando e valorizando a grande contribuição dos negros na formação social, econômica, política e cultural brasileira.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
? Provocar uma discussão sobre o preconceito racial de forma lúdica;
? Envolver uma boneca negra no convívio familiar de cada acadêmico
? Criar uma situação de dialogo com a família por meio da boneca
? Observar e fazer o registro da reação da família e das pessoas no contexto onde atuam;
? Discutir e romper com a visão etnocêntrica que concebe o outro numa visão dominante;
? Discutir a Lei 11.645/08 a partir das informações registradas no Diário da Vitória.
Metodologia
Cada acadêmico levará a Vitória para seu convívio familiar e social num período de 3 dias. Durante o tempo que a boneca estiver com essa pessoa, será feito o registro de tudo que acontecer em relação à boneca, como palavras e atitudes de preconceito. Esta acompanhará a pessoa responsável ao trabalho, ao supermercado, ao shopping, às festas, ao banco e demais lugares freqüentados. Uma forma de disseminar a discussão sobre o preconceito e sensibilizar as pessoas em romper esse paradigma, enraizado na cultura brasileira.
Em cada aula será lido o Diário e a partir das informações nele expressas a turma refletirá se houve ou não preconceito e se ele foi explícito ou implícito.
Esses dados serão catalogados e após a última visita na casa do acadêmico, serão estudados com base em fontes teóricas, documentos nacionais e internacionais sobre o tema.
Ao final do projeto o Diário será digitado com os relatos e resultados do estudo. Cada acadêmico terá uma cópia desse material que servirá de base para se trabalhar na disciplina de História e Geografia tanto no Estágio, quanto na docência. Visto que, trabalhar com criança de forma lúdica é mais prazeroso e estimulador. Ela pensa, compreende e reage às atitudes de discriminação,muitas vezes presentes até mesmo em sua família demais pessoas do seu convívio sociocultural.
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