Documentarista fala sobre produção audiovisual para alunos de Comunicação
O documentarista Marcelo Silva participou nesta segunda-feira, 7, da aula de Telejornalismo 3, ministrada pela jornalista professora Jocyelma Santana, para alunos de Jornalismo do CEULP/ULBRA. A aula sobre produção de documentário foi no estúdio do Complexo Laboratorial. Inicialmente, Silva destacou a produção do primeiro documentário audiovisual que se tem noticia, Nanook, feito em 1922 por Robert Flaherty, no Canadá. O longa mostra o cotidiano da tribo esquimó Inuits e é considerado exemplo típico dos primeiros registros audiovisuais que buscavam apresentar o lado exótico do mundo.
A apresentação dos personagens é a estrutura inicial preliminar usada classicamente pelos documentaristas para destacar os participantes do filme. Na sequência, segundo Silva, surgem os conflitos. No exemplo do documentário Nanook, a busca pela comida, a luta contra o frio. "Só é considerado documentário aquilo que tem uma carga dramática", destacou o documentarista.
Quem pretende fazer documentário "precisa ter em mente, bem claro, o tema", alertou, porque o documentarista toma partido. "Não tem compromisso com a imparcialidade, como tem o jornalismo", disse. Desafio para quem encara fazer registro documental. "Não é fácil, é preciso pesquisar bastante".
Marcelo Silva milita na área de comunicação - empresarial, de publicidade e de marketing político - há mais de 20 anos. É paranaense e apaixonado pelo Tocantins. Como documentarista, recebeu o Prêmio Melhor Media Metragem, no Festival de Belém do Cinema Brasileiro e no Festival Guará de Cinema Ambiental de Cuiabá, com o documentário Raimunda - a Quebradeira no Bico do Papagaio, realizado com apoio da terceira edição do DocTV - Programa de Fomento à Produção e Teledifusão do Documentário Brasileiro, em 2006/2007.
Além de Raimunda - A Quebradeira, Silva também produziu Os Caretas de Lizarda(2000), O Caminho das Onças(atuando como pesquisador, assistente de direção e co-roteirista, 1996), A Romaria dos Excluídos(2000), entre outros.
O que é o DOCTV - Programa de fomento à produção audiovisual
Os recursos que viabilizam as edições do DOCTV são oriundos do Fundo Nacional de Cultura e das TVs e Instituições Públicas co-realizadoras do Programa. Nas três primeiras edições esses recursos foram articulados por meio de convênio firmado entre o Ministério da Cultura, Associação Brasileira de Emissoras Públicas Educativas e Culturais - ABEPEC e Fundação Padre Anchieta - TV Cultura, sempre com o apoio da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas - ABD. (Informações RedeSat Tocantins).
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