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Psicologia da Ulbra Palmas marca presença no Congresso Internacional de DH
Acadêmicos apresentam pesquisas sobre inclusão, saúde e cidadania no TJTO
Para reforçar a importância do diálogo entre direitos humanos, práticas psicológicas e políticas públicas, acadêmicos do curso de Psicologia da Ulbra Palmas participaram, nesta quinta-feira (13), do XVIII Congresso Internacional em Direitos Humanos, realizado no Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO). O hall de entrada do Tribunal se transformou em um corredor de ciência e debates interdisciplinares --- um espaço de troca, construção coletiva e reafirmação do papel social da Psicologia no campo Judiciário.
A Ulbra apresentou dois estudos que chamaram atenção de avaliadores e visitantes: "Fugiu do CAPS?" -- Análise dos comentários estigmatizantes sobre os Centros de Atenção Psicossocial no X (produzido por Gabriel Mascarenhas; Hareli F. G. Cecchin; Douglas Aquino Moreno), e "Avaliação psicológica como direito humano: desafios e urgências na inclusão não capacitista de crianças surdas no Brasil" (Anne Karolline Linhares de Araujo, Hareli Fernanda Garcia Cecchin e Ruth do Prado Cabral).
Impacto da experiência
A acadêmica Anne Karolline Linhares celebrou a oportunidade e destacou o impacto da experiência: "Participar do Congresso Internacional de Direitos Humanos, trazendo uma temática tão rica como a avaliação psicológica enquanto direito humano, tem sido muito transformador. Estar aqui, discutindo inclusão não capacitista de crianças surdas e dialogando com um público fora da academia, é muito enriquecedor. Estou honrada por representar essa pauta e essa comunidade".
Para Gabriel Mascarenhas, estar no congresso ampliou o olhar sobre o papel da Psicologia no mundo real: "Foi fantástico poder dialogar com outras áreas, com saberes que vão além do paradigma da Psicologia. Conversar com profissionais do Direito, pesquisadores e estudantes de diferentes formações agregou muito à minha pesquisa e ao meu olhar enquanto pesquisador".
Aproximação com o Judiciário
A professora Hareli Cecchin, orientadora das pesquisas, reforçou a importância dessa aproximação com o Judiciário: "Foi uma oportunidade de mostrar as pesquisas que estamos desenvolvendo na Ulbra ao público do Judiciário. Os avaliadores fizeram muitos elogios, o que confirma que estamos no caminho certo. Produzir ciência que dialoga com a sociedade é fundamental --- e ver esse reconhecimento é muito gratificante".
Por Karoliny Santiago
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