CONSCIENTIZAÇÃO
Ulbra Cachoeira abraça alerta contra violência à mulher
Direito e Psicologia reforçam ações com adoção do "Banco Vermelho"
O campus da Ulbra Cachoeira do Sul está com novos ares neste mês de agosto, devido à adesão dos cursos de Direito e Psicologia ao movimento intitulado "Banco Vermelho", em que bancos são pintados da cor vermelha como forma de dizer um basta à violência contra a mulher. Na tarde desta quarta-feira (13/8), foi lançada oficialmente a campanha, com a pintura de diversos bancos externos do campus e também dos bancos que ficam na calçada, ao longo da Avenida Martinho Lutero.
A diretora da Ulbra Cachoeira, professora Doutora Adriana Porto, destaca a importância do movimento, liderado pelos dois cursos, que faz um alerta muito importante e associa-se a um movimento mundial. "Estamos ao lado da sociedade dizendo que chega de violência, e reforçando este alerta, para que possamos construir um futuro de mais paz e harmonia entre as pessoas", declara a diretora Adriana.
Como ação simbólica de lançamento, as professoras coordenadoras Letícia Radiske, do curso de Direito, e Deise Mohr, do curso de Psicologia, reuniram alguns acadêmicos para fazer a pintura de alguns dos bancos com mensagens de alerta e divulgação dos números de telefone para denúncia pela comunidade. "Na parte legal, a conhecida Lei do Banco Vermelho, entrou em vigor em 2024 para que as cidades brasileiras instalem bancos vermelhos em espaços públicos, para representar o combate à violência contra a mulher", explica a professora coordenadora Letícia Radiske.
A Ulbra Cachoeira também vai fazer parceria com a Prefeitura de Cachoeira do Sul e com o Gabinete da Primeira Dama, para pintar bancos em diversos pontos e praças da cidade.
LEI DO BANCO VERMELHO - Desde o ano passado, as cidades brasileiras precisam instalar bancos vermelhos em espaços públicos para representar o combate à violência contra mulher. A Lei 14.942/2024 faz parte de uma campanha de conscientização sobre a violência e o feminicídio durante o Agosto Lilás. A ocupação urbana "Banco Vermelho" teve início em 2016, na Itália, e foi trazida para o Brasil em 2023 por duas mulheres: Andrea Rodrigues (presidente do Instituto Banco Vermelho) e Paula Limongi. Ambas tiveram amigas assassinadas por seus companheiros e quiseram fazer algo para mudar esse cenário.
Celso Rafael Elesbão
Comunicação/Ulbra Cachoeira
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