03/11/2009 10:57
- ULBRA CANOAS
Palestra aborda os transplantes no Brasil
O Brasil tem o programa de saúde pública mais completo do mundo quando se trata de transplantes. A declaração foi feita pela gastroenterologista Themis Reverbel da Silveira, uma das principais referências do país em transplantes hepáticos, na palestra realizada pelo curso de Medicina, nesta terça-feira, 3.11, no campus Canoas. Integrando a partir deste semestre o corpo docente do curso, Themis contou um pouco da história dos transplantes no país e dos primeiros registros no mundo.
Iniciou revelando que optou por se dedicar aos transplantes porque a área representa a necessidade de integração entre assistência e ensino. A palestrante também defendeu a inserção de disciplinas sobre transplantes nos cursos de Medicina e não somente nas pós-graduações. "A pesquisa aumenta a vitalidade do ensino e abre novas perspectivas", afirmou.
Themis Silveira destacou que o programa de transplantes do Sistema Único de Saúde brasileiro é o maior e mais completo do mundo. "Só no Brasil o paciente é acompanhado gratuitamente antes, durante e depois do transplante, incluindo a dispensação de medicamentos", comentou.
A professora salientou que o transplante de órgãos, disse, não inicia nem termina no ato operatório. É uma vida perdida que salva outra. Um cidadão, vítima de morte cerebral, só será um doador se sua família autorizar, portanto, completou a especialista, o transplante é uma terapia que depende da solidariedade humana.
De acordo com dados do Ministério da Saúde, no primeiro semestre de 2009 o número de transplantes no país aumentou 24,3% em relação ao mesmo período de 2008. De janeiro a junho foram transplantados 2.099 órgãos em todo o país, contra 1.688 no mesmo intervalo no ano passado.
Iniciou revelando que optou por se dedicar aos transplantes porque a área representa a necessidade de integração entre assistência e ensino. A palestrante também defendeu a inserção de disciplinas sobre transplantes nos cursos de Medicina e não somente nas pós-graduações. "A pesquisa aumenta a vitalidade do ensino e abre novas perspectivas", afirmou.
Themis Silveira destacou que o programa de transplantes do Sistema Único de Saúde brasileiro é o maior e mais completo do mundo. "Só no Brasil o paciente é acompanhado gratuitamente antes, durante e depois do transplante, incluindo a dispensação de medicamentos", comentou.
A professora salientou que o transplante de órgãos, disse, não inicia nem termina no ato operatório. É uma vida perdida que salva outra. Um cidadão, vítima de morte cerebral, só será um doador se sua família autorizar, portanto, completou a especialista, o transplante é uma terapia que depende da solidariedade humana.
De acordo com dados do Ministério da Saúde, no primeiro semestre de 2009 o número de transplantes no país aumentou 24,3% em relação ao mesmo período de 2008. De janeiro a junho foram transplantados 2.099 órgãos em todo o país, contra 1.688 no mesmo intervalo no ano passado.
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