MÃO NA MASSA
Arquitetura realiza oficina prática com técnicas construtivas tradicionais
Atividade reuniu acadêmicos em vivência sobre patrimônio e sustentabilidade
Acadêmicos do curso de Arquitetura e Urbanismo da Ulbra Palmas participaram, no último sábado, 25 de abril, de uma atividade prática voltada ao estudo de técnicas construtivas tradicionais. A ação foi realizada no Instituto Federal do Tocantins (IFTO) e integrou a disciplina de Técnicas Retrospectivas, que aborda o patrimônio histórico por meio de teoria e prática.
Durante a oficina, os estudantes tiveram a oportunidade de aprender, na prática, a produção de tijolos de adobe e a aplicação de pintura com cal, técnicas ancestrais que ainda desempenham papel importante na preservação de edificações históricas e na arquitetura sustentável.
A atividade foi organizada pela coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Ulbra Palmas, professora Camila Pimentel, e contou com a participação de estudantes de outras instituições, como a Universidade Federal do Tocantins (UFT) e a Unicatólica. A oficina foi ministrada pelo professor Rodrigo Fortes, do IFTO.
Segundo Camila, a proposta da disciplina é proporcionar aos acadêmicos uma formação que una conhecimento teórico e vivência prática no campo do patrimônio. "A gente trabalha tanto a teoria quanto a prática em patrimônio. Então, organizamos essa oficina de pintura em cal e fabricação de tijolos de adobe, reunindo estudantes de diferentes instituições para ampliar essa troca de experiências e atender o maior número de participantes possível", explicou.
A docente também adiantou que a atividade terá continuidade com uma nova etapa voltada ao levantamento técnico em patrimônio, aprofundando ainda mais a experiência dos acadêmicos.
Para os estudantes, a vivência foi uma oportunidade de reconexão com técnicas tradicionais e de reflexão sobre o fazer arquitetônico. "A oficina fez a gente ter uma experiência com uma técnica construtiva muito tradicional, que tem se perdido no nosso país, mas que ainda é necessária para manter edifícios históricos. Também foi uma experiência de simplicidade, de pôr a mão no barro e imaginar muitas coisas, pensar em como as coisas eram feitas, no que se pode fazer ainda hoje e no que vai acontecer no futuro", destacou a acadêmica do sétimo período, Rovena de Moraes Balduino.
A atividade reforça a importância da valorização de saberes tradicionais na formação de futuros profissionais, promovendo uma arquitetura mais consciente, sustentável e conectada às raízes culturais.
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