AUDIÊNCIA DA COPA DO MUNDO
Ulbra marca presença em discussões sobre os hábitos de consumo
Superintendente Alessandro Souza representou a universidade no evento
A Copa do Mundo é o maior evento esportivo do mundo e mobiliza uma audiência global de números recordes. Mas, como os gaúchos da Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) consumiram os jogos da elite do futebol mundial e todo o conteúdo produzido sobre a competição?
Foi atrás dessa resposta que o Instituto Reality de Pesquisas, em parceria com o Grupo de Atendimento de Veículos do RS (GAV RS), realizou uma pesquisa inédita sobre os hábitos de consumo e apresentou os resultados no evento "A maior Copa de todas as audiências", na noite de quinta-feira, dia 06, no Tecnopuc, em Porto Alegre. A conclusão do estudo para a comunicação, as marcas, os veículos e as estratégias de mídia foi analisada por representantes de universidades, e a Ulbra marcou presença com a participação do superintendente de Educação Corporativa e Business School, Alessandro Souza.
"Foi ótimo participar do evento com esse tema interessantíssimo, porque nós tivemos acesso em primeira mão a uma pesquisa inédita, que traz dados absolutamente consistentes, confiáveis e importantes sobre um evento dessa magnitude, além de ter realizado trocas com grandes profissionais do marketing e da comunicação do Rio Grande do Sul", comentou o superintendente.
Além de Alessandro Souza, pela Ulbra, participaram do evento: Paola Zanchi (ESPM), Laura Habckost Dalla Zen (Unisinos), Cristiano Fragoso (PUCRS), Simone Carvalho da Rosa (Feevale) e, com mediação, Raul Costa Júnior.
Resultados da pesquisa
A pesquisa coletou 300 entrevistas, de forma presencial, diretamente nas residências das pessoas da RMPA. O resultado mostrou que 72,7% das pessoas acompanharam os jogos da Copa do Mundo. Desse total, 52,8% eram homens e 47,3% mulheres. A maioria esmagadora assistiu aos jogos na própria casa, alcançando 98,2% do total de entrevistados que afirmaram assistir à competição.
"O consumo dos jogos em casa também se destacou, o que sinaliza oportunidades para o setor de bares e turismo pensarem novas estratégias para a Copa do Mundo Feminina, que ocorrerá no ano que vem no Brasil e RS", ponderou Alessandro Souza.
Um resultado que chamou a atenção foi o de qual plataforma os jogos foram acompanhados. Os entrevistados podiam dar mais de uma resposta. Pelo YouTube, responderam 64,7% dos entrevistados, seguido de 50,5% pela televisão, 10,6% pela TV fechada/paga e 7,3% pelo rádio.
"Chama atenção o crescimento expressivo do streaming e a queda do rádio, demonstrando que a Copa do Mundo é também um fenômeno visual muito alicerçado em entretenimento", analisou o superintendente.
O delay das transmissões pelas plataformas de streaming, tão comentado durante a competição, não foi fator determinante para a escolha de onde assistir aos jogos para 72,9%.
A força do streaming também apareceu nas respostas de quem não acompanhou a competição. Dos 27,3% entrevistados que disseram que não viram as partidas, a grande maioria (74,4%) sabia que poderia acompanhar o torneio por alguma plataforma.
Outros resultados da pesquisa podem ser conferidos no arquivo abaixo. A pesquisa completa será disponibilizada pela GAV RS nas próximas semanas.
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