CEULM ULBRA promove palestra sobre o "Selo Amazônico"
Na última quarta-feira, 9 de novembro, os acadêmicos do Centro Universitário Luterano de Manaus (CEULM/ULBRA) conheceram o projeto "Selo Amazônico" apresentado pela coordenadora do projeto na Fundação Centro de Análise,Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), Hyelen Gouvea. A professora atendeu a um pedido do prof. André Luis Willeridng para divulgar a iniciativa aos alunos da instituição.
O processo tem por objetivo promover o monitoramento de requisitos ligados à qualidade, segurança, sociedade e meio ambiente, desenvolvimento econômico e de procedência da matéria-prima dos produtos da Amazônia Brasileira, surgindo, então,o início da criação do processo de certificação de produtos regionais.
O projeto foi idealizado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), hoje denominado "Programa Brasileiro de Avaliação da Conformidade de Produtos Manufaturados com Matéria-Prima da Amazônia Brasileira", e é executado pela Fundação Centro de Análise,Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi),em parceria com o Instituto Nacional de Metrologia,Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
De acordo com Hyelen Gouvea, o Selo vai atestar, por exemplo, que o produto atenderá às exigências do mercado e expectativas dos consumidores, valorizando a marca "Amazônia" e todos os conceitos a ela relacionados. O selo de procedência já é uma ferramenta usada mundialmente em produtos como bebidas (vinhos e espumantes, por exemplo) garantindo que o item contém insumos e algumas características esperadas da região onde foi produzido.
As acadêmicas de Biologia, Vanusa Pontes, Glaucy Elizandra e Raimunda Lenice dos Santos apoiaram a iniciativa do professor.
"A palestra foi bastante esclarecedora e deve ser massificada. Nós temos obrigação de ficar atentos e apoiar esta iniciativa, senão os aventureiros continuaram explorando nossa região sem nenhuma certificação", disseram.
"Mas fica a ressalva que a legislação precisa ser reformulada e o tempo de reconhecimento de autoria de uma obra necessita ser eterno ao invés de apenas 20 anos. Imagina se eu descubro algo novo, passo mais de dez anos aperfeiçoando e, vem alguém que acrescentou apenas uma vírgula à minha descoberta e ainda se acha no direito de dividir a patente comigo? Infelizmente isso tem ocorrido e não é justo", ponderou Raimunda Lenice dos Santos.
Notícias relacionadas
-
13
MAREM MANAUS Engenharias da ULBRA retomam exposição do Dia Água após 8 anos -
12
MARReconhecimento Acadêmica da ULBRA Manaus é homenageada em evento da Prefeitura de Manaus -
12
MARDia Internacional da Mulher Encontro na ULBRA Manaus destaca protagonismo feminino na universidade -
11
MARDefensoria Pública do Amazonas Reitora da ULBRA Manaus participa da posse do Defensor Público-Geral do AM
Últimas notícias
-
11
MARDia da Mulher Ulbra Manaus marca presença no CREA-AM em celebração ao Dia da Mulher -
10
MARPALAVRA DO PRESIDENTE Educação que transforma -
05
MARInstituição Ulbra Manaus celebra mais um ano de história e formação acadêmica -
03
MARINTEGRAÇÃO ESTUDANTIL Centros Acadêmicos da Ulbra Manaus realizam primeira reunião de 2026











